domingo, 30 de janeiro de 2011
As Ferramentas Web 2.0 ao Serviço do Ensino
Enquanto docente recorro frequentemente a esta tipologia de ferramentas, porque é um meio com imenso potencial. Desde há três anos a esta parte que recorro sempre aos blogues como meio de suporte para as minhas aulas colocando textos, pensamentos, vídeos acerca das temáticas que estou a leccionar. O resultado é sempre muito positivo, estas ferramentas demonstram ser um excelente factor motivacional para os alunos.
No corrente ano lectivo estou a trabalhar com uma Turma CEF T3 - Empregado Comercial no projecto "Eu e a Cidadania" no Sub-tema "Não à violência no namoro" em parceria com a ANE ( Associação Nacional das Empresárias) e decidimos em conjunto criar um blogue para divulgar os trabalhos desenvolvidos pelos alunos. Tendo em conta as características especiais de um curso CEF sinto-me motivada e satisfeita com o trabalho desenvolvido e com o desenvolvimento pessoal dos meus alunos. Noto que estão a trabalhar e desenvolver imensas competências ao nível da capacidade de expressão escrita, pesquisa, reflexão critica, uso de algumas ferramentas como o dropbox e google docs, entre outros.
Partilho com voçês o trabalho desenvolvido com os alunos:
sábado, 29 de janeiro de 2011
A Tranformação da Comunicação Empresarial na Era Digital
A chegada da Internet às empresas trouxe uma avalanche de transformações jamais vista na história da Humanidade, quer ao nível dos processos de comunicação quer nos métodos de trabalho. A rede agilizou de tal forma as comunicações e os serviços, que, hoje, muito dificilmente, conseguiríamos encontrar uma organização que não a usa diariamente, seja ela de que sector for.
Face a tamanha revolução, a comunidade empresarial teve que se adaptar às novas e inúmeras possibilidades geradas pelo novo meio, o que se traduziu em oportunidades, desafios e inquietações. Ultrapassada já a fase experimental, actualmente a Internet intervém em praticamente todas as tarefas laborais, o que, de resto, vem demonstrar que, agora, quase tudo se processa online.
O uso do computador disseminou‐se no sistema empresarial, não apenas no exercício das actividades administrativas ou no armazenamento de dados, mas sobretudo na comunicação – uma área estratégica para qualquer empresa.
Numa economia interligada por redes electrónicas, a distância geográfica já não existe, pois agora a plataforma Web medeia, em tempo real, a maioria das comunicações, tanto internamente como entre a instituição e o seu ambiente externo.
A Web Social vaticinou o início de um novo capítulo na evolução das comunicações através da Rede e marcou o arranque de um fenómeno à escala global que parece não ter fim à vista. Está em curso um novo modo de produção.
“Graças à Web 2.0, as empresas começam a conceber, desenhar, desenvolver e distribuir produtos e serviços de formas completamente novas. Estamos a falar de mudanças profundas na estrutura e no modo de funcionamento das empresas e da economia, baseados em novos princípios competitivos, como, por exemplo, a abertura, o trabalho com os pares, a partilha e a acção global” Tapscott
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
À Descoberta de Itália
Itália é um pais cheio de encantos e que apela aos sentidos de qualquer ser humano. Arte, arquitectura, moda, história, gastronomia, paisagens deslumbrantes, são alguns dos motes para nos embalar na descoberta da Bella Itália!
Com as companhias aéreas Low Cost e com os motores de busca online para pesquisar as melhores opções de alojamento, tornou-se muito fácil organizar uma viagem com uma boa relação qualidade preço para qualquer ponto do mundo.
A partir de Portugal as companhias aéreas que têm apresentado melhores preços para Itália são:
Para pesquisar a estadia podem sempre recorrer:
A melhor forma de conhecer um pais como Itália é descobri-lo, nada melhor do que escolher uma zona de Itália, viajar para uma cidade estratégica e alugar um carro. A experiência diz-me que torna-se uma opção económica e permite-nos conhermos locais que não surgem nos guias. Para o efeito a melhor forma de encontrar bons preços é reservar o carro através da Internet, se reservarmos com antecedência conseguimos obter melhores preços. Uma dica: se reservarem um vôo na easyjet, reservem também o carro, conseguem obter até 25% de desconto sobre o preço final.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Quem são os protagonistas da Segunda Geração da Internet?
Não existe consenso quanto ao significado e utilização do conceito Web 2.0. Mas, numa coisa, os autores concordam: tem‐se assistido a uma grande evolução tanto no desenvolvimento de produtos web como na relação entre os internautas e a Internet. O princípio da Web 2.0 é simples: agora o foco está nas pessoas, não na tecnologia.
Nesta fase, o utilizador adquire um grande protagonismo. Deixa de ser mero espectador e consumidor do que a rede lhe oferece para converter‐se em criador e editor de conteúdos e serviços. Passa a ser um utilizador que participa de forma activa e constante.
Foi por esta razão que a revista Time declarou “You” a personalidade de 2006. Neste ano, “a Web mundial tornou‐se um instrumento que reúne pequenas contribuições de milhões de pessoas e as torna importantes”, explicou o jornalista Lev Grossman. Para a publicação – que todos os anos distingue a pessoa mais influente do mundo –, fenómenos de colaboração e comunidade que envolvem milhões de pessoas em todo o mundo como a Wikipedia, o Youtube ou o MySpace, colocaram o indivíduo comum no centro das mudanças que estão a decorrer.
O fenómeno não é, porém, exclusivamente positivo. “A Web 2.0 dá armas também à estupidez das multidões, bem como à sua sabedoria. Alguns dos comentários no Youtube fazem lamentar o futuro da Humanidade, só pela gramática, sem falar na obscenidade e no ódio explícitos”, escreveu Lev Grossman no referido artigo.
De uma forma genérica, a Web 2.0 identifica a segunda fase dos negócios na Internet na qual estamos actualmente imersos, em que agora “as regras são muito diferentes da primeira”. São considerados sítios Web 2.0 aqueles que têm por base a participação dos usuários. Neste âmbito, integram‐se nesta nova atitude a rede sociais, os blogues, as wikis, os podcasts, os RSS, os agregadores, as tecnologias AJAX, a marcadora social, as etiqueta (tags), entre outras ferramentas.
Estes novos projectos vieram colmatar alguns vazios existentes até então. Para Ismael Nafría, vieram facilitar a comunicação, simplificar a vida aos internautas e promover a interacção com os outros. O número de sítios e serviços que exploram esta tendência tem vindo a crescer e a ganhar cada vez mais adeptos.
“A Web 2.0 dá armas também à estupidez das multidões, bem como à sua sabedoria. Alguns dos comentários no Youtube fazem lamentar o futuro da Humanidade, só pela gramática, sem falar na obscenidade e no ódio explícitos”, Lev Grossman
A " Bolha da Internet"
Chamada “Bolha da Internet” representa um dos momentos mais importantes na história da Internet.
Desencadeada em 1995, com a OPA (Oferta Pública de Acções) da Netscape, a bolha rebentou em Maio de 2001, acabando com a maioria de pequenas e médias empresas ponto.com existentes. Noutro ângulo, o fenómeno foi considerado essencial para a popularização da Internet.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
A Questão que se coloca? - Afinal o que é a Web 2.0?
Não existe um consenso sobre o significado do conceito. Mais: o termo Web 2.0 é tão controverso que tanto desperta paixões como animosidades. Por um lado, temos aqueles que defendem uma segunda geração da Internet, baseada em novas máximas, como a simplicidade e o conteúdo, por outro, temos os opositores do conceito, que o consideram simplesmente uma estratégia de marketing, com fins lucrativos.
Atribui‐se a origem da expressão a Tim O’Reilly, que utilizou a palavra, pela primeira vez, em 2003, numa sessão de brainstorming, entre a O’Reilly Media e a Media Live International, da qual nasceu a Conferência Web 2.0, que se realizou em Outubro do ano seguinte, em São Francisco, nos Estados Unidos.
Tim O’Reilly definiu o conceito do seguinte modo: “Web 2.0 é a mudança para uma Internet como plataforma e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regras mais importante é desenvolver aplicações que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas”.
Se Tim O’Reilly é o grande dinamizador do conceito, Tim Berners‐Lee é o seu principal detractor. Indagado numa entrevista se existiria alguma diferença entre a Web 1.0 e a Web 2.0, o pai da Web asseverou : “Absolutamente, não. Web 1.0 foi baseada na conexão de pessoas.
Foi um espaço interactivo, e eu penso que a Web 2.0 mais como um jargão, que ninguém sabe o que significa...”. Numa tónica mais suave, Nafría considera o conceito plenamente válido, que admite diversas definições e inumeráveis derivações. A IFRA, uma associação internacional voltada para o negócio de jornais, numa edição especial sobre o assunto, diz que “a Web 2.0 não é um produto, não é uma tecnologia, e apesar de estar na crista da onda, também não é um avanço revolucionário. É antes um termo abrangente e apelativo para uma evolução em curso no modo como as pessoas usam a Web”.
Idolatrada por uns, odiada por outros, o certo é que a expressão está na berlinda e é a razão para acérrimos debates sobre o seu verdadeiro significado. O termo ganhou tal dimensão, que uma busca no Google conta mais de 81 milhões de referências. A nova encarnação da Web tem merecido tanta atenção dos investigadores e dos media que até já começa a ser tratada como uma “segunda bolha” da era cibernética, um fenómeno que ocorreu entre 1995 e 2001.
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